Não há nenhuma sofisticação nesta torta, mas como foi feita atendendo a um pedido especial de aniversário, foi feita com muito carinho. O aniversariante adorou. Acho que os convidados também não tiveram o que reclamar.
01 novembro 2007
Torta de Morangos
Não há nenhuma sofisticação nesta torta, mas como foi feita atendendo a um pedido especial de aniversário, foi feita com muito carinho. O aniversariante adorou. Acho que os convidados também não tiveram o que reclamar.
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09 junho 2007
08 junho 2007
27 maio 2007
Abobrinhas
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16 abril 2007
VALE VERDE
Nas proximidades de BH podemos encontrar lugares bem agradáveis para passarmos o dia, como, por exemplo, a Cachaçaria Vale Verde. Trata-se de uma antiga fazenda voltada à criação de gado leiteiro, transformada em um moderno parque ecológico, onde podemos contemplar de perto a produção de cachaça. E não para por aí. O parque ainda apresenta um orquidário, inclusive com orquídeas premiadas e aves silvestres e exóticas.
Biólogos e monitores dedicam cuidados especiais às plantas e animais, esclarecendo dúvidas, estimulando o respeito à natureza e promovendo a educação ambiental.
Uma tirolesa é atração especial e sinônimo de aventura para as crianças (e adultos também!).
Outras atrações interessantes são o alambique e os tonéis de carvalho europeu, onde as cachaças envelhecem tranqüilamente. As cachaças produzidas no local são provenientes de uma combinação de sofisticadas técnicas de fermentação e destilação, trazidas da Europa.
Embora não seja apreciadora de cachaça, tive a oportunidade de experimentar algumas variedades produzidas no parque, como uma bem leve e incolor com sabor de uva e outra, um pouco mais forte, de cor palha e sabor de maçã. Foi mesmo só um leve trago, porque mesmo de sabor bem suave o álcool sobe bem rápido à cabeça.
No restaurante, o buffet self-service é bastante interessante com opções bem saborosas da culinária mineira. Mas, se quisermos podemos optar pela culinária internacional servida à la carte, desfrutando de tilápias, perdizes ou faisões. Outras delícias são a costelinha gratinada com geléia de goiaba e pimenta biquinho e farofa de arroz, peixe assado à moda da casa e arroz com damasco na cachaça, paiard crocante com fettuccine, galinha d'Angola com polenta e quiabo frito, entre outras, sem contar os petiscos de lingüiça de vitela, palmito com azeite e o tradicional torresmo à pururuca e mandioca frita. As sobremesas são simples e ficam por conta dos doces feitos na própria fazenda acompanhados do delicioso queijo mineiro, do mineiro de botas (banana com canela, goiabada cremosa e requeijão), entre outras, além da famosa gelatina de cachaça.
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23 fevereiro 2007
Chocolate dos Padres
Apesar da mudança de nomes, a Nestlé manteve a imagem dos dois frades para ilustrar a embalagem do chocolate em pó. Mais tarde, em 1975, a empresa suíça registrou a marca Dois Frades para o tradicional Chocolate em Pó Nestlé. Em 1991, foi registrada a marca Chocolate dos Padres pela companhia. A imagem dos dois frades reproduz uma das telas do pintor italiano Alessandro Sani, nascido em Florença, na segunda metade do século 19. O quadro, um óleo sobre tela, conhecido como “O prato favorito”, era justamente uma das pinturas prediletas do antigo dono da Chocolates Gardano e serviu de inspiração para a embalagem do chocolate em pó produzido pela empresa.
A tela aí de cima, "The tasting", é outro óleo do mesmo pintor e foi vendida recentemente, em um leilão realizado pela Christie’s de Nova York, por US$ 6.000.
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28 janeiro 2007
05 dezembro 2006
Chocolate - Propriedades
Hoje em dia existem, basicamente, os seguintes tipos de chocolate:
Ao Leite - É composto por massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite em pó (568Kcal/100g);
É muito importante observar que os chocolates dietéticos não contêm açúcar, mas contêm gorduras em grande quantidade e adoçantes como o sorbitol que é altamente calórico. Portanto, os chocolates dietéticos não são indicados em dietas para emagrecimento.
O chocolate contém cafeína, teobromina e tiramina, que agilizam o raciocínio, além de conter também serotonina, que desperta sensação de prazer. Quando consumido em grandes quantidades o chocolate pode provocar alterações emocionais. No início traz euforia e melhora o humor, depois vem a depressão e o organismo passa a sentir falta do alimento. Portanto, verificamos que o maior mal é o consumo em excesso. Com a devida moderação é possível desfrutar do prazer de comer chocolate sem trazer prejuízos ao organismo.
O chocolate agora é exaltado por cosmetólogos e esteticistas que defendem o uso desse alimento quase mítico nos tratamentos de pele. Por ser um ingrediente rico em vitaminas B1 e B2, e substâncias antioxidantes, o chocolate é indicado para peles secas ou que estejam traumatizadas pela exposição ao sol, vento ou frio. O extrato vegetal do cacau, composto por ácidos graxos, evita o ressecamento da pele e a perda de água, ao formar uma barreira protetora natural. Durante o tratamento o paciente passa por uma esfoliação com sabonetes especiais, massagem com óleo de cacau e, para terminar, um delicioso e relaxante banho de ofurô com ervas. O processo, que leva aproximadamente duas horas, promove uma hidratação profunda na pele, devolvendo a umidade, maciez e luminosidade, deixando-a mais jovem e bonita. Além das propriedades hidratantes, os produtos são considerados relaxantes e sensuais, pois têm também outro grande atrativo: o aroma.
Conhecido também como afrodisíaco, o chocolate deu origem a fragrâncias sofisticadas e provocativas. São fragrâncias sensuais, para serem usadas à noite e devem ser evitados num clima muito quente.
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Chocolate - História e Curiosidades
O chocolate, cujo nome de batismo é "Theobroma", do grego, que quer dizer "alimento dos deuses", é onhecido desde a antiguidade. Daí, podemos explicar a maravilha que é ter um delicioso chocolate derretendo na boca. Quem resiste a este alimento “divino”?Até então, o cacau e o seu precioso produto – o chocolate, só circulavam pelos rituais, banquetes e o comércio na América Central. Passaram-se séculos e em 30 de julho de 1502, o navegador Cristóvão Colombo, achando que tinha descoberto as Índias, baixa âncora em frente à ilha de Guajano, na América Central. Uma majestosa piroga aborda a caravela de Colombo. Um chefe Azteca sobe a bordo e oferece, ao navegador e à tripulação, armas, tecidos e também sementes de cacau. Ele explica a Colombo que as sementes são a moeda do país e que permitem preparar uma bebida muito apreciada entre eles. Colombo e os seus marinheiros provam as sementes e também o chocolate.
Porém, o "tchocolath" não era a bebida agradável de hoje. Era bastante amarga e apimentada. As tribos da América Central geralmente preparavam-no misturando com vinho ou com um purê de milho fermentado, adicionado com especiarias, pimentão e pimenta. Naquela época, o chocolate era reservado apenas aos governadores e soldados, pois se acreditava que, além de possuir poderes afrodisíacos, ele dava força e vigor àqueles que o bebiam. Dias depois, levantam velas e seguem para a Europa. Colombo, o primeiro europeu a provar o chocolate, não lhe deu a mínima importância. Mal sabia que um dia o chocolate seria apreciado no mundo inteiro.
Anos depois o explorador espanhol Fernão Cortez e os seus soldados desembarcam no México, pretendendo conquistá-lo. Fazem os preparativos para o combate. Mas, para surpresa geral, Montezuma, o imperador Azteca, e os seus súbditos recebem-nos com cordialidade. Cortez, sem dúvida, ficou muito impressionado com a mística que envolvia o chocolate e mais ainda com o seu uso corrente. Assim, com o intuito de gerar riquezas para o tesouro do seu país, ele estabelece uma plantação de cacau para o rei Carlos V, da Espanha. E, como bom negociante, começa a trocar as sementes de cacau por ouro, um metal indiferente àqueles povos. Os espanhóis aos poucos se acostumavam ao chocolate e, para atenuar o seu sabor amargo, diminuíam a proporção de especiarias e adoçavam-no com mel. Contudo, Cortez responde com traição o acolhimento que recebera do povo azteca. Prende o imperador Montezuma e invade suas terras. Assim, o México passa a ser colônia espanhola, permanecendo nesta situação por trezentos anos.
Cortez leva para a Espanha todo o conhecimento daquelas tribos primitivas de como lidar com o cacau e preparar o chocolate. Sabia como colher, retirar as sementes dos frutos e depois espalhá-las ao sol para fermentar e secar. Rapidamente, o chocolate espalha-se entre a família real e os nobres da corte espanhola.
Na Espanha, os monges aperfeiçoaram o sistema para torrar e moer o chocolate, transformando-o em barras e tabletes para serem dissolvidos em água quente, como era apreciado nos salões da aristocracia. Retiram as especiarias que os aztecas apreciavam e adicionaram açúcar, mel e canela.
Durante todo o século XVI, os espanhóis conservaram para si esta preciosa iguaria, não querendo compartilhá-la com outros países. No entanto, viajantes iam a Madrid e bebericavam o chocolate. Os monges davam-no para provar aos visitantes de outros países. E, em meados do século XVII, quando começaram a ser divulgadas as primeiras informações sobre o chocolate, os marinheiros, como ouviam falar dele, capturam uma fragata espanhola carregada com sementes de cacau e levavam-nas para as suas terras. Rapidamente, espalham-se plantações de cacau pela Europa, América do Sul e Índias. O chocolate converte-se numa bebida universal.
O casamento, em 25 de outubro de 1615, do rei Luís XIII, da França, com a infanta da Espanha, Ana da Áustria, sela a conquista do chocolate na França. A pequena rainha, de apenas 14 anos, adorava chocolate e trouxera da Espanha tudo o que era necessário à sua preparação. Tanto é verdade que um dos convites mais requisitados em Paris era "para o chocolate de Sua Alteza Real".
Já em 1657, surge em Londres a primeira loja de chocolates.
Em 1660, o filho de Ana da Áustria, Luís XIV, que subira ao trono, casa-se com outra princesa espanhola, Maria Teresa. Esta segunda união ibérica impõe o domínio de chocolate na França. A corte comentava que Maria Teresa, uma esposa devotada, tinha duas paixões: o rei e o chocolate.
No virar do século XVII, rivalizando com os cafés, começam a aparecer em Londres as casas de chocolate que se transformam no centro da vida social. Abrem-se casas de chocolate na Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Áustria. A Europa cheirava a chocolate.
Em 1819, François Louis Cailler abre a primeira fábrica de chocolates suíços. Sete anos depois, em 1826, Philipp Suchard começa a fazer chocolate misturado com avelãs moídas. Em 1828, o químico holandês Coenraad van Houten inventa uma prensa de parafuso que permite obter o pó do chocolate. Começa também a ser comercializada a manteiga de cacau. A firma inglesa Bristol, Fly & Bons, em 1847, introduz o chocolate comestível. E, finalmente, em 1875, Daniel Peter e Henri Nestlé inventaram o chocolate de leite – a base para a fabricação de nossos deliciosos bombons recheados, enformados ou manuais, truffas, ovos de páscoa e muito mais.
Em 1914 estoura a Primeira Guerra Mundial, determinando o fim da expansão das indústrias chocolateiras. São feitas restrições às exportações do produto. Tabletes de chocolate passam a fazer parte da ração de emergência dos soldados americanos em serviço, mas a experiência não dá muito resultado. Para cumprir o papel de ração de emergência, o chocolate era demasiado irresistível para ser guardado sem ser comido. Afinal, ele fora aprimorado para se tornar o mais saboroso possível. Os soldados raramente guardavam os tabletes para uma crise futura. Eles devoravam-no rapidamente ao menor sinal de fome.
Em 1945, finda a Segunda Guerra e com ela as barreiras ao desenvolvimento das indústrias chocolateiras. Os fabricantes, libertos dos racionamentos impostos pela guerra e das restrições feitas às exportações, aumentam suas produções. Em breve, o chocolate se tornaria um dos produtos mais populares em todo o mundo.
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25 setembro 2006
Rosca-Flor e Pão de Rosas
ROSCA-FLOR
Para a primeira etapa (esponja):
10 g de sal
2 colheres (sopa) de leite condensado
1 copo de leite morno
350 g de farinha de trigo
10 g de fermento biológico (instantâneo)
Para a segunda etapa (reforço):
80 g de açúcar
2 ovos
1 colher (sopa) de óleo
35 g de margarina
350 g de farinha de trigo
Para o Creme:
250 ml de leite
125 g de açúcar
Meia colher (chá) de margarina
40 g de farinha de trigo
Creme: Misturar, numa bacia, o açúcar e a farinha de trigo. Reservar. Levar o leite e a margarina ao fogo e, quando começar a levantar fervura, juntar o açúcar e a farinha misturados, até o ponto de creme homogêneo.
Rosca: Por todos os ingredientes da primeira etapa (esponja) na batedeira e bater até a massa ficar homogênea. Deixar descansar durante 10 minutos. Com a batedeira ligada, acrescentar à mistura os ingredientes da segunda etapa (reforço) e bater até a massa ficar homogênea e lisa. Abrir a massa, na espessura da metade de um dedo e largura de 25 centímetros sobre uma superfície lisa, com um rolo. Rechear com o creme e enrolar como se fosse um rocambole, que pode ficar com até 30 cm. Cortar em cinco pedaços iguais e por cada um, de pé (jamais deitado), numa fôrma vazada no centro. Esperar dobrar de tamanho, durante aproximadamente uma hora e meia. Levar ao forno (160°C) de 10 a 15 minutos, até dourar.
PÃO DE ROSAS
Massa:
1 copo de leite morno
2 colheres (sopa) de fermento granulado para pão
1/2 copo de óleo
1 colher (sopa) de manteiga
8 colheres (sopa) de açúcar
4 ovos
Farinha de trigo até dar o ponto de soltar das mãos
Recheio:
2 xícaras de coco ralado
2 1/2 xícaras de açúcar
1 copo com água
Massa: Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje numa vasilha e vá colocando farinha de trigo até soltar das mãos, mais não deixe a massa ficar dura. A massa deve ficar mole e fofa. Deixe descansar.
Pegue um copo com água e faça uma bolinha com um pedacinho da massa. Coloque a bolinha na água e quando a bolinha subir, você já pode começar a modelar a massa.
Recheio: Leve todos os ingredientes ao fogo e deixe cozinhar por alguns minutos.
Montagem: Abra a massa com um rolo, dando um formato retangular, e passe o recheio. Depois enrole como rocambole e corte em fatias de mais ou menos 3 dedos. Arrume as fatias deitadas numa fôrma untada e enfarinhada. Espere que a massa cresça novamente e leve para assar até dourar.
Se você arrumar as rodelas de massa em um fôrma de furo no meio a rosca ficará muito mais bonita.
Você pode rechear estas roscas com pedaços de goiabada.
12 setembro 2006
Ninhos de Merengue

Esta receita é do Daniel Figueiredo.
2 claras de ovo em temperatura ambiente
125 g de açúcar granulado fino (açúcar comum)
Pré-aqueça o forno a 150°C. Forre uma assadeira com papel vegetal. Marque no papel quatro círculos de 9 cm de diâmetro.
Coloque as claras na tigela da batedeira, limpa e seca e bata em ponto de neve. Gradualmente, junte o açúcar, batendo bem a cada adição, até que a mistura fique espessa e brilhante. Não bata demais.
Espalhe uniformemente, 1 colher de sopa da mistura em cada círculo, com uma espessura de 5 mm. Coloque o resto da mistura em um saco de confeiteiro com bico em estrela de 1 cm. Coloque a mistura à volta dos círculos de merengue fazendo um ninho com 1-2 cm de altura.
Asse durante 30-35 minutos, ou até que fiquem ligeiramente dourados. Depois apague o forno de deixe que os merengues esfriem completamente dentro do forno. Quando estiverem frios, retire-os cuidadosamente da assadeira. Coloque em um recipiente hermético até que vá usa-lo.
Recheio de Mousse Rica de Chocolate:
60 g de chocolate meio amargo picado
250 ml de creme de fresco
60 g de açúcar
Ferva cerca de 4 cm de água numa panela e depois retire do fogo. Coloque o chocolate picado grosseiramente numa tigela à prova de calor e coloque-a sobre a panela, tendo atenção para que o fundo da tigela não toque na água. Mexa até que o chocolate se dissolva. Deixe esfriar. Na batedeira, bata o creme de leite com o açúcar até que engrosse. Misture 1/3 da mistura de creme de leite com o chocolate derretido, mexendo bem. Junte o resto da mistura de creme de leite, cubra e leve à geladeira durante duas horas. Quando estiver firme, coloque sobre os ninhos de merengue e guarneça com raspas de chocolate. Sirva imediatamente, polvilhado com açúcar de confeiteiro. Dá 4 porções.
Recheio de Framboesa e Mascarpone:
250 g de mascarpone
Casca ralada de um limão
60 g de framboesas
Decoração:
60 g de framboesa
Folhas frescas de hortelã
Açúcar de confeiteiro
Misture o mascarpone com casca finamente ralada do limão. Junte 60 g de framboesas, mexendo bem para que o sumo das framboesas se misture ao mascarpone. Divida igualmente a mistura pelos quatro ninhos e guarneça com cerca de 60 g de framboesas. Sirva guarnecido com folhas frescas de hortelã ou um pouco de açúcar de confeiteiro. Dá 4 porções.
Tempo de preparo: 20 minutos
Tempo de cozimento: 35 minutos + resfriamento
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27 agosto 2006
26 agosto 2006
Enrolados de Linguado
4 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de cebola ralada
1 xícara (chá) de miolo de pão francês
1 pitada de endro (dill) seco ou 1 colher (sopa) de endro fresco
Pasta de alho e sal
Pimenta-do-reino branca a gosto
1/2 xícara (chá) de cogumelos fatiados
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 pitada de noz-moscada moída na hora
1 e 1/4 xícara (chá) de leite
Sal
Endro ou salsa para decorar
Margarina para untar
Pré-aqueça o forno a 200°C. Unte um refratário raso.
Recheio: Derreta a metade da manteiga em uma panela pequena, e doure nela a cebola. Acrescente o miolo de pão esfarelado, o endro e tempere a gosto com a pasta de alho e pimenta-do-reino branca.
Divida o recheio entre os filés e enrole-os, fechando com palitinhos. Arrume os filés em um refratário com a emenda virada para baixo. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por cerca de 15 minutos.
Molho: Derreta a manteiga restante em uma panela pequena, junte o cogumelo e frite em fogo médio por 2 a 3 minutos até ficarem corados. Polvilhe com a farinha de trigo e a noz-moscada, mexendo por cerca de 2 minutos, em fogo brando. Retire do fogo e, aos poucos, junte o leite. Volte ao fogo e mexa até engrossar e ficar um creme liso. Corrija o tempero.
Quando o peixe ficar pronto, passe-o para um prato de servir, aquecido, retire o caldo que se formou no refratário e junte ao molho. Sirva os enrolados imediatamente cobertos com o molho e decorados com folhinhas de endro.
25 agosto 2006
Pão-de-Ló com Geléia de Laranja

3 ovos
1/3 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
Margarina para untar a fôrma
Recheio:
2/3 xícara (chá) de creme de leite fresco
1 colher (sopa) de leite
5 colheres (sopa) de geléia de laranja (pêssego, damasco, blueberries ou outra de sua preferência)
Pré-aqueça o forno a 190°C. Unte levemente 2 fôrmas para bolo (20 cm) e cubra o fundo delas com papel-manteiga. Unte também o papel.
Na batedeira, bata os ovos com o açúcar até obter um creme claro e fofo. Desligue a batedeira e peneire 1/3 da farinha de trigo sobre o creme, misturando delicadamente com o fouet. Adicione o restante da farinha de trigo da mesma forma.
Divida a massa entre as duas fôrmas e leve ao forno por 15 minutos, até dourar. Retire os bolos e deixe esfriar por 2 minutos, vire-os sobre uma grade e retire o papel e deixe esfriar.
Bata o creme de leite com leite. Coloque um dos bolos sobre uma travessa e espalhe metade da geléia por cima. Espalhe metade do creme de leite batido sobre a geléia. Coloque o outro bolo por cima. Espalhe a geléia sobre o bolo. Coloque o restante do creme de leite batido em um saco de confeitar com bico de pitanga pequeno. Faça uma treliça de creme sobre o bolo e arremate a borda do bolo com pitangas de creme.
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Bolo de Pêssego

3 ovos (claras em neve)
1/2 xícara (chá) de açúcar
Raspas da casca de 1/2 limão
1/4 de farinha de trigo
1 colher (sopa) de suco de limão
2 colheres (sopa) de amêndoas moídas
1 colher (chá) de fermento em pó
Açúcar de confeiteiro para polvilhar
Recheio:
500 ml de creme de leite fresco
1 lata de pêssegos em calda bem escorridos
Calda:
Reserve a calda da lata dos pêssegos
Pré-aqueça o forno a 180°C. Unte uma fôrma redonda (20 cm). Cubra o fundo da fôrma com papel-manteiga e unte também o papel.
Em uma vasilha peneire a farinha de trigo e misture com as amêndoas moídas e o fermento. Reserve.
Na batedeira, bata as gemas com o açúcar e as raspas de limão até obter um creme claro e fofo. Adicione o suco de limão aos poucos. Acrescente a farinha de trigo peneirada, aos poucos, mexendo delicadamente, de cima para baixo. Bata as claras em neve, em picos moles, e incorpore-as à massa, mexendo suavemente. Despeje na fôrma e leve para assar por cerca de 30 minutos ou até que, ao toque, esteja firme. Deixe amornar, desenforme e retire o papel-manteiga e deixe terminar de esfriar.
Bata o creme de leite até o ponto de chantilly mole e reserve.
Corte o bolo ao meio. Molhe com um pouco da calda e espalhe uma camada de chantilly. Espalhe os pêssegos fatiados e cubra com o chantilly restante. Cubra com a outra metade do bolo e polvilhe com açúcar de confeiteiro.
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24 agosto 2006
Rolinhos Rápidos
8 fatias de queijo prato (opcional)
1/2 xícara (chá) de manteiga amolecida
2 colheres (chá) de mostarda
8 fatias de pão de fôrma macio e sem casca
Coloque a manteiga amolecida em uma tigela pequena, adicione a mostarda e bata até obter um creme homogêneo. Unte com 2/3 do creme as fatias de pão e coloque sobre cada uma delas uma fatia de presunto e/ou de queijo, recortando as sobras laterais. Corte as fatias de pão ao meio, no sentido do comprimento e enrole cada uma das metades, prendendo-as com palitinhos.
Arrume os rolinhos em uma assadeira e pincele-os com o restante do creme de manteiga com mostarda. Leve ao forno pré-aquecido até começar a dourar. Sirva imediatamente.
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23 agosto 2006
Cassata
1/2 xícara (chá) de glucose de milho
3 claras
1 lata de creme de leite sem soro
1/2 xícara (chá) de castanhas-de-caju picadas
1/2 xícara (chá) de damascos picados
Calda:
250 g de chocolate meio amargo picado
2 colheres (sopa) de margarina
5 colheres (sopa) de leite
Em uma panela, coloque a glucose de milho e aqueça em fogo médio por 3 minutos. Na batedeira, bata as claras em neve e acrescente a calda de glucose aquecida, aos poucos, em fio, sem parar de bater. Bata até obter um suspiro. Retire da batedeira e junte o creme de leite sem soro, misturando delicadamente. Adicione as castanhas e os damascos e despeje em uma fôrma de bolo inglês média (24 x 10 cm) forrada com papel-alumínio. Leve ao freezer por 6 horas antes de servir.
Calda: Derreta a metade do chocolate em banho-maria. Retire do banho-maria, junte o chocolate restante, a margarina e o leite, mexendo delicadamente até obter um creme homogêneo.
Desenforme a cassata, passando rapidamente a fôrma sobre a chama do fogão, e vire-a sobre uma travessa. Se preferir, vire a fôrma sobre o prato e coloque sobre ela um pano umedecido com água quente, deixando por alguns minutos até que a cassata se solte. Repita a operação, se necessário.
Regue a cassata com um pouco da calda e decore com castanhas-de-caju picadas. Sirva acompanhada do restante da calda ainda morna.
Dicas:
As castanhas podem ser substituídas pela mesma quantidade de amêndoas, castanhas-do-pará, amendoim ou nozes.
Os damascos podem ser substituídos por ameixas pretas, uvas-passas, cerejas, frutas cristalizadas ou bananas passas.
Se gostar, adicione 2 colheres (sopa) de rum ou conhaque à calda.
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22 agosto 2006
Receita Mineira de Costelinha de Porco Suada e Couve

2 Kg de costelinha de porco (magra)
5 colheres (sopa) de vinagre
5 colheres (sopa) de cachaça (opcional)
Água fervente
Tempero Mineiro:
1/2 kg de cebola
200 g de alho
2 pimentões verdes
1 maço de cebolinha verde
1 maço de salsa
1 kg de sal
Couve:
1 Maço de Couve manteiga
2 colheres (sopa) do óleo da fritura da carne
2 dentes de alho laminados
Sal a gosto
Tempero: Bata todos os ingredientes no liquidificador. Guarde em potes, na geladeira, para temperar outras carnes.
Em uma vasilha, tempere a costelinha com 4 colheres (sopa) do tempero. Acrescente o vinagre e a cachaça. Tampe a vasilha e deixe a carne marinando, de um dia para o outro, na geladeira.
No dia seguinte, coloque algumas colheres de óleo em uma panela de fundo grosso e deixe esquentar. Coloque os pedaços de costelinha e deixe fritando, mas não vire. Deixe a panela tampada e vá colocando água fervente, aos poucos (cerca de 1/2 xícara de cada vez). Quando a carne já estiver corada, vire-a e continue "pingando" água. Atenção: só coloque água quando perceber que a costela está fritando. Ela demora quase 1 hora para ficar pronta.
Couve: Retire 2 colheres da gordura que se formou na panela da costelinha e coloque em uma panela. Pique o alho em lâminas fininhas e doure-o na gordura até quase escurecer. Refogue aí a couve e ajuste o sal.
Sirva a costelinha acompanhada da couve, arroz branco e salada.
Bom apetite!!
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21 agosto 2006
Foto vencedora do concurso "Melhor Prato Salgado" para o Dia dos Pais
Esta foi a foto apresentada pela Cristiane C. Andrade. Ela preparou especialmente para Dia dos Pais este Frango Indiano, cuja receita você pode conferir logo abaixo.
Parabéns Cristiane !!

Frango Indiano
1 e 1/2 kg de frango em pedaços
1/2 xícara de suco de limão
4 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) de gengibre ralado
Alho picado
2 colheres (sopa) de manteiga
1 iogurte natural
1/2 colher (chá) de colorau
Pimenta em pó
Lave e seque o frango. Misture o suco de limão com sal e esfregue no frango. Bata no liquidificador, o alho, o gengibre, iogurte e a pimenta até formar um creme. Acrescente sem bater o colorau. Cubra o frango em pedaços com a mistura e deixe na geladeira por umas 8 horas. Coloque numa fôrma e cubra com pedaços de manteiga. Asse, virando sempre os pedaços. O frango estará pronto quando espetar e não sair um líquido rosado.
Acompanhamento:
Arroz preparado com talos de couve (Aproveitamento Integral dos Alimentos)
Salada de couve crua
Tomate cereja diretamente do quintal da Cristiane
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