28 janeiro 2007

PARA DESCANSAR...



05 dezembro 2006

Chocolate - Propriedades


Todos os tipos de chocolate, principalmente, os que contêm leite, são uma fonte de proteínas vitais para o crescimento, recuperação e manutenção do corpo e do cálcio - essencial para a formação óssea, contração muscular, atividade enzimática e coagulação do sangue.
Em geral, são alimentos altamente energéticos, pois possuem grande quantidade de gorduras do tipo saturada e carboidratos. Por este motivo, deve ter baixo consumo por pessoas obesas e pessoas que tenham restrição de gorduras na alimentação.
O chocolate puro contém menos gordura, grande quantidade de magnésio (essencial para liberação de energia para as células), ferro (essencial para a produção de glóbulos vermelhos), niacina (também envolvida na liberação de energia para as células) e menor valor calórico que o chocolate de leite e branco. O chocolate branco contém maior quantidade de cálcio, zinco, caroteno e vitamina B2 do que o puro.

Tipos de Chocolate

Hoje em dia existem, basicamente, os seguintes tipos de chocolate:

Ao Leite - É composto por massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite em pó (568Kcal/100g);
Amargo - Chocolate muito pouco refinado, composto apenas por massa de cacau e manteiga de cacau. Caracteriza-se pela cor escura e paladar amargo;
Meio-amargo - Também apresenta coloração escura por não levar leite, mas contém açúcar, o que suaviza o sabor (550Kcal/100g);
Branco - Feito com manteiga de cacau, açúcar e leite (549Kcal/100g);
Alvo - É mais claro que o branco convencional, pois passa por uma técnica de branqueamento extra que trata a manteiga de cacau;
Colorido - É composto por manteiga de cacau, açúcar, leite e corantes especiais importados;
Chocolate em pó - Amêndoa de cacau ralada destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo, e aí possui o nome de cacau em pó, meio amargo e doce (não confundir com chocolate solúvel para misturar no leite);
Chocolate para cobertura - Com alto índice de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade e que facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. São comercializados em três tipos: meio amargo, branco e comum (ao leite) (567Kcal/100g);
Diet ao leite - É composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (usados em substituição do açúcar) e vanilina (473Kcal/100g);
Diet branco - Feito com manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol, sacarina e vanilina.

É muito importante observar que os chocolates dietéticos não contêm açúcar, mas contêm gorduras em grande quantidade e adoçantes como o sorbitol que é altamente calórico. Portanto, os chocolates dietéticos não são indicados em dietas para emagrecimento.

O chocolate contém cafeína, teobromina e tiramina, que agilizam o raciocínio, além de conter também serotonina, que desperta sensação de prazer. Quando consumido em grandes quantidades o chocolate pode provocar alterações emocionais. No início traz euforia e melhora o humor, depois vem a depressão e o organismo passa a sentir falta do alimento. Portanto, verificamos que o maior mal é o consumo em excesso. Com a devida moderação é possível desfrutar do prazer de comer chocolate sem trazer prejuízos ao organismo.

O chocolate agora é exaltado por cosmetólogos e esteticistas que defendem o uso desse alimento quase mítico nos tratamentos de pele. Por ser um ingrediente rico em vitaminas B1 e B2, e substâncias antioxidantes, o chocolate é indicado para peles secas ou que estejam traumatizadas pela exposição ao sol, vento ou frio. O extrato vegetal do cacau, composto por ácidos graxos, evita o ressecamento da pele e a perda de água, ao formar uma barreira protetora natural. Durante o tratamento o paciente passa por uma esfoliação com sabonetes especiais, massagem com óleo de cacau e, para terminar, um delicioso e relaxante banho de ofurô com ervas. O processo, que leva aproximadamente duas horas, promove uma hidratação profunda na pele, devolvendo a umidade, maciez e luminosidade, deixando-a mais jovem e bonita. Além das propriedades hidratantes, os produtos são considerados relaxantes e sensuais, pois têm também outro grande atrativo: o aroma.

Conhecido também como afrodisíaco, o chocolate deu origem a fragrâncias sofisticadas e provocativas. São fragrâncias sensuais, para serem usadas à noite e devem ser evitados num clima muito quente.

Chocolate - História e Curiosidades

O chocolate, cujo nome de batismo é "Theobroma", do grego, que quer dizer "alimento dos deuses", é onhecido desde a antiguidade. Daí, podemos explicar a maravilha que é ter um delicioso chocolate derretendo na boca. Quem resiste a este alimento “divino”?
Diz a lenda que as sementes do cacaueiro foram dadas de presente pelo deus quetzcoalt aos homens. Por causa disso, o chocolate se tornaria um ingrediente sagrado com propriedades medicinais

Por volta de 600 a.C., os Maias, que já conheciam o chocolate, estabeleceram as primeiras plantações de cacau em Yucatan e na Guatemala. Considerados importantes comerciantes na América Central, eles aumentaram ainda mais suas riquezas com as colheitas de cacau. Acontece que em toda aquela região a importância do cacau não residia apenas no fato de que dele se obtinha uma bebida fria e espumante, chamada "tchocolath". O valor do cacau também estava em suas sementes. Elas eram usadas como moeda. Na época, por exemplo, um coelho podia ser comprado com oito sementes e um escravo, por 100.

Até então, o cacau e o seu precioso produto – o chocolate, só circulavam pelos rituais, banquetes e o comércio na América Central. Passaram-se séculos e em 30 de julho de 1502, o navegador Cristóvão Colombo, achando que tinha descoberto as Índias, baixa âncora em frente à ilha de Guajano, na América Central. Uma majestosa piroga aborda a caravela de Colombo. Um chefe Azteca sobe a bordo e oferece, ao navegador e à tripulação, armas, tecidos e também sementes de cacau. Ele explica a Colombo que as sementes são a moeda do país e que permitem preparar uma bebida muito apreciada entre eles. Colombo e os seus marinheiros provam as sementes e também o chocolate.

Porém, o "tchocolath" não era a bebida agradável de hoje. Era bastante amarga e apimentada. As tribos da América Central geralmente preparavam-no misturando com vinho ou com um purê de milho fermentado, adicionado com especiarias, pimentão e pimenta. Naquela época, o chocolate era reservado apenas aos governadores e soldados, pois se acreditava que, além de possuir poderes afrodisíacos, ele dava força e vigor àqueles que o bebiam. Dias depois, levantam velas e seguem para a Europa. Colombo, o primeiro europeu a provar o chocolate, não lhe deu a mínima importância. Mal sabia que um dia o chocolate seria apreciado no mundo inteiro.

Anos depois o explorador espanhol Fernão Cortez e os seus soldados desembarcam no México, pretendendo conquistá-lo. Fazem os preparativos para o combate. Mas, para surpresa geral, Montezuma, o imperador Azteca, e os seus súbditos recebem-nos com cordialidade. Cortez, sem dúvida, ficou muito impressionado com a mística que envolvia o chocolate e mais ainda com o seu uso corrente. Assim, com o intuito de gerar riquezas para o tesouro do seu país, ele estabelece uma plantação de cacau para o rei Carlos V, da Espanha. E, como bom negociante, começa a trocar as sementes de cacau por ouro, um metal indiferente àqueles povos. Os espanhóis aos poucos se acostumavam ao chocolate e, para atenuar o seu sabor amargo, diminuíam a proporção de especiarias e adoçavam-no com mel. Contudo, Cortez responde com traição o acolhimento que recebera do povo azteca. Prende o imperador Montezuma e invade suas terras. Assim, o México passa a ser colônia espanhola, permanecendo nesta situação por trezentos anos.

Cortez leva para a Espanha todo o conhecimento daquelas tribos primitivas de como lidar com o cacau e preparar o chocolate. Sabia como colher, retirar as sementes dos frutos e depois espalhá-las ao sol para fermentar e secar. Rapidamente, o chocolate espalha-se entre a família real e os nobres da corte espanhola.

Na Espanha, os monges aperfeiçoaram o sistema para torrar e moer o chocolate, transformando-o em barras e tabletes para serem dissolvidos em água quente, como era apreciado nos salões da aristocracia. Retiram as especiarias que os aztecas apreciavam e adicionaram açúcar, mel e canela.

Durante todo o século XVI, os espanhóis conservaram para si esta preciosa iguaria, não querendo compartilhá-la com outros países. No entanto, viajantes iam a Madrid e bebericavam o chocolate. Os monges davam-no para provar aos visitantes de outros países. E, em meados do século XVII, quando começaram a ser divulgadas as primeiras informações sobre o chocolate, os marinheiros, como ouviam falar dele, capturam uma fragata espanhola carregada com sementes de cacau e levavam-nas para as suas terras. Rapidamente, espalham-se plantações de cacau pela Europa, América do Sul e Índias. O chocolate converte-se numa bebida universal.

O casamento, em 25 de outubro de 1615, do rei Luís XIII, da França, com a infanta da Espanha, Ana da Áustria, sela a conquista do chocolate na França. A pequena rainha, de apenas 14 anos, adorava chocolate e trouxera da Espanha tudo o que era necessário à sua preparação. Tanto é verdade que um dos convites mais requisitados em Paris era "para o chocolate de Sua Alteza Real".

Já em 1657, surge em Londres a primeira loja de chocolates.

Em 1660, o filho de Ana da Áustria, Luís XIV, que subira ao trono, casa-se com outra princesa espanhola, Maria Teresa. Esta segunda união ibérica impõe o domínio de chocolate na França. A corte comentava que Maria Teresa, uma esposa devotada, tinha duas paixões: o rei e o chocolate.

No virar do século XVII, rivalizando com os cafés, começam a aparecer em Londres as casas de chocolate que se transformam no centro da vida social. Abrem-se casas de chocolate na Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Áustria. A Europa cheirava a chocolate.

Em 1819, François Louis Cailler abre a primeira fábrica de chocolates suíços. Sete anos depois, em 1826, Philipp Suchard começa a fazer chocolate misturado com avelãs moídas. Em 1828, o químico holandês Coenraad van Houten inventa uma prensa de parafuso que permite obter o pó do chocolate. Começa também a ser comercializada a manteiga de cacau. A firma inglesa Bristol, Fly & Bons, em 1847, introduz o chocolate comestível. E, finalmente, em 1875, Daniel Peter e Henri Nestlé inventaram o chocolate de leite – a base para a fabricação de nossos deliciosos bombons recheados, enformados ou manuais, truffas, ovos de páscoa e muito mais.

Em 1914 estoura a Primeira Guerra Mundial, determinando o fim da expansão das indústrias chocolateiras. São feitas restrições às exportações do produto. Tabletes de chocolate passam a fazer parte da ração de emergência dos soldados americanos em serviço, mas a experiência não dá muito resultado. Para cumprir o papel de ração de emergência, o chocolate era demasiado irresistível para ser guardado sem ser comido. Afinal, ele fora aprimorado para se tornar o mais saboroso possível. Os soldados raramente guardavam os tabletes para uma crise futura. Eles devoravam-no rapidamente ao menor sinal de fome.

Em 1945, finda a Segunda Guerra e com ela as barreiras ao desenvolvimento das indústrias chocolateiras. Os fabricantes, libertos dos racionamentos impostos pela guerra e das restrições feitas às exportações, aumentam suas produções. Em breve, o chocolate se tornaria um dos produtos mais populares em todo o mundo.

25 setembro 2006

Rosca-Flor e Pão de Rosas



ROSCA-FLOR

Para a primeira etapa (esponja):
10 g de sal
2 colheres (sopa) de leite condensado
1 copo de leite morno
350 g de farinha de trigo
10 g de fermento biológico (instantâneo)

Para a segunda etapa (reforço):
80 g de açúcar
2 ovos
1 colher (sopa) de óleo
35 g de margarina
350 g de farinha de trigo

Para o Creme:
250 ml de leite
125 g de açúcar
Meia colher (chá) de margarina
40 g de farinha de trigo

Creme: Misturar, numa bacia, o açúcar e a farinha de trigo. Reservar. Levar o leite e a margarina ao fogo e, quando começar a levantar fervura, juntar o açúcar e a farinha misturados, até o ponto de creme homogêneo.

Rosca: Por todos os ingredientes da primeira etapa (esponja) na batedeira e bater até a massa ficar homogênea. Deixar descansar durante 10 minutos. Com a batedeira ligada, acrescentar à mistura os ingredientes da segunda etapa (reforço) e bater até a massa ficar homogênea e lisa. Abrir a massa, na espessura da metade de um dedo e largura de 25 centímetros sobre uma superfície lisa, com um rolo. Rechear com o creme e enrolar como se fosse um rocambole, que pode ficar com até 30 cm. Cortar em cinco pedaços iguais e por cada um, de pé (jamais deitado), numa fôrma vazada no centro. Esperar dobrar de tamanho, durante aproximadamente uma hora e meia. Levar ao forno (160°C) de 10 a 15 minutos, até dourar.


PÃO DE ROSAS

Massa:
1 copo de leite morno
2 colheres (sopa) de fermento granulado para pão
1/2 copo de óleo
1 colher (sopa) de manteiga
8 colheres (sopa) de açúcar
4 ovos
Farinha de trigo até dar o ponto de soltar das mãos

Recheio:
2 xícaras de coco ralado
2 1/2 xícaras de açúcar
1 copo com água

Massa: Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje numa vasilha e vá colocando farinha de trigo até soltar das mãos, mais não deixe a massa ficar dura. A massa deve ficar mole e fofa. Deixe descansar.
Pegue um copo com água e faça uma bolinha com um pedacinho da massa. Coloque a bolinha na água e quando a bolinha subir, você já pode começar a modelar a massa.

Recheio: Leve todos os ingredientes ao fogo e deixe cozinhar por alguns minutos.

Montagem: Abra a massa com um rolo, dando um formato retangular, e passe o recheio. Depois enrole como rocambole e corte em fatias de mais ou menos 3 dedos. Arrume as fatias deitadas numa fôrma untada e enfarinhada. Espere que a massa cresça novamente e leve para assar até dourar.

Se você arrumar as rodelas de massa em um fôrma de furo no meio a rosca ficará muito mais bonita.

Você pode rechear estas roscas com pedaços de goiabada.

12 setembro 2006

Ninhos de Merengue


Esta receita é do Daniel Figueiredo.

2 claras de ovo em temperatura ambiente
125 g de açúcar granulado fino (açúcar comum)

Pré-aqueça o forno a 150°C. Forre uma assadeira com papel vegetal. Marque no papel quatro círculos de 9 cm de diâmetro.
Coloque as claras na tigela da batedeira, limpa e seca e bata em ponto de neve. Gradualmente, junte o açúcar, batendo bem a cada adição, até que a mistura fique espessa e brilhante. Não bata demais.
Espalhe uniformemente, 1 colher de sopa da mistura em cada círculo, com uma espessura de 5 mm. Coloque o resto da mistura em um saco de confeiteiro com bico em estrela de 1 cm. Coloque a mistura à volta dos círculos de merengue fazendo um ninho com 1-2 cm de altura.
Asse durante 30-35 minutos, ou até que fiquem ligeiramente dourados. Depois apague o forno de deixe que os merengues esfriem completamente dentro do forno. Quando estiverem frios, retire-os cuidadosamente da assadeira. Coloque em um recipiente hermético até que vá usa-lo.

Recheio de Mousse Rica de Chocolate:

60 g de chocolate meio amargo picado
250 ml de creme de fresco
60 g de açúcar

Ferva cerca de 4 cm de água numa panela e depois retire do fogo. Coloque o chocolate picado grosseiramente numa tigela à prova de calor e coloque-a sobre a panela, tendo atenção para que o fundo da tigela não toque na água. Mexa até que o chocolate se dissolva. Deixe esfriar. Na batedeira, bata o creme de leite com o açúcar até que engrosse. Misture 1/3 da mistura de creme de leite com o chocolate derretido, mexendo bem. Junte o resto da mistura de creme de leite, cubra e leve à geladeira durante duas horas. Quando estiver firme, coloque sobre os ninhos de merengue e guarneça com raspas de chocolate. Sirva imediatamente, polvilhado com açúcar de confeiteiro. Dá 4 porções.

Recheio de Framboesa e Mascarpone:

250 g de mascarpone
Casca ralada de um limão
60 g de framboesas

Decoração:
60 g de framboesa
Folhas frescas de hortelã
Açúcar de confeiteiro

Misture o mascarpone com casca finamente ralada do limão. Junte 60 g de framboesas, mexendo bem para que o sumo das framboesas se misture ao mascarpone. Divida igualmente a mistura pelos quatro ninhos e guarneça com cerca de 60 g de framboesas. Sirva guarnecido com folhas frescas de hortelã ou um pouco de açúcar de confeiteiro. Dá 4 porções.

Tempo de preparo: 20 minutos
Tempo de cozimento: 35 minutos + resfriamento